Soube a pouco ... é das poucas coisas que posso dizer sobre este livro. E antes que me ataquem, sim, eu sei que a intenção é essa, é o livro ser pequeno para demostrar o quão rápido uma rebelião pode dar para o torto, que é tudo muito bonito e cheio de boas intenções mas que a ganância pelo poder acaba sempre por levar à quebra das regras.
Mas gostava que houvesse mais desenvolvimento tanto das personagens como da sociedade que elas criaram. O livro mais pareceu uma sinopse do que um livro em si e apesar da boa premissa não consegui apreciar o livro e dar-lhe uma boa classificação por estar tão pouco desenvolvido.
Não sei que mais possa dizer sobre este livro uma vez que só iria repetir mais do mesmo.
Sinopse:
THE SEVEN COMMANDMENTS
Whatever goes upon two legs is an enemy.
Whatever goes upon four legs, or has wings, is a friend.
No animal shall wear clothes.
No animal shall sleep in a bed.
No animal shall drink alcohol.
No animal shall kill any other animal.
All animals are equal.
ALL ANIMALS ARE EQUAL BUT SOME ARE MORE EQUAL THAN OTHERS.
quarta-feira, 9 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Livro #64 - "Mary Poppins", de P. L. Travers
Fiquei tão contente quando encontrei, finalmente, uma edição portuguesa de "Mary Poppins" e ainda por cima ilustrada e em hardcover que nem pensei duas vezes, peguei no livro e fui a correr para a caixa.
Um conselho ... inspeccionem o livro antes de o comprar. Não faço ideia porque é que na capa vem a dizer que o livro é ilustrado ou porque é que a editora se deu ao luxo de desperdiçar dinheiro a pagar a uma ilustradora quando o livro não tem mais do que meia dúzia de ilustrações. E esta foi a primeira desilusão deste livro.
Eu adoro o filme "Mary Poppins" e depois de ver "Saving Mr. Banks" as minhas expectativas para os livros das aventuras da Mary Poppins eram bastante elevadas. Posso dizer com total certeza que a versão da Disney é muito mais divertida do que a do livro.
Primeiro temos a própria Mary Poppins. Enquanto que no filme ela é uma personagem séria mas que facilmente capta a nossa atenção e até se acha piada, no livro ela é séria e de todo irritante por causa dessa característica.
Temos uma ama, que o seu trabalho é tratar das crianças, mas que parece aborrecida por ter que o fazer. É quase como se ela não gostasse das crianças e as quisesse privar de serem crianças. E o que agrava isto tudo é que ela tem "poderes mágicos" ... porque é que uma criança há-de querer uma ama com acesso ilimitado a diversão mas que prefere que as crianças se comportem como mini adultos.
A nível de histórias, melhor dizendo, aventuras, há muitas mais do que no filme, mas a Disney escolheu as melhores e ainda bem que o senhor Walt optou por deixar que a personagem Bert fosse uma constante no filme, porque ele pouco ou nada aparece no livro e senti bastante a falta da personagem.
Não percebo o porquê de a autora se ter oposto e adiado tanto a adaptação quando a Disney tornou a história de Mary Poppins muito mais divertida e encantadora.
O que posso dizer? Teremos sempre o filme para nos fazer sonhar...
Sinopse:
Jane e Michael não gostavam da sua antiga ama. Também não tinham a certeza de ir gostar da nova: Mary Poppins. Rapidamente mudaram de ideias quando a viram deslizar pelo corrimão acima - e retirar de seguida várias coisas empolgantes de um saco de alcatifa vazio. Agora a única preocupação deles é que ela não parta, pois Mary Poppins apenas prometeu ficar «até que os ventos mudem».
Um conselho ... inspeccionem o livro antes de o comprar. Não faço ideia porque é que na capa vem a dizer que o livro é ilustrado ou porque é que a editora se deu ao luxo de desperdiçar dinheiro a pagar a uma ilustradora quando o livro não tem mais do que meia dúzia de ilustrações. E esta foi a primeira desilusão deste livro.
Eu adoro o filme "Mary Poppins" e depois de ver "Saving Mr. Banks" as minhas expectativas para os livros das aventuras da Mary Poppins eram bastante elevadas. Posso dizer com total certeza que a versão da Disney é muito mais divertida do que a do livro.
Primeiro temos a própria Mary Poppins. Enquanto que no filme ela é uma personagem séria mas que facilmente capta a nossa atenção e até se acha piada, no livro ela é séria e de todo irritante por causa dessa característica.
Temos uma ama, que o seu trabalho é tratar das crianças, mas que parece aborrecida por ter que o fazer. É quase como se ela não gostasse das crianças e as quisesse privar de serem crianças. E o que agrava isto tudo é que ela tem "poderes mágicos" ... porque é que uma criança há-de querer uma ama com acesso ilimitado a diversão mas que prefere que as crianças se comportem como mini adultos.
A nível de histórias, melhor dizendo, aventuras, há muitas mais do que no filme, mas a Disney escolheu as melhores e ainda bem que o senhor Walt optou por deixar que a personagem Bert fosse uma constante no filme, porque ele pouco ou nada aparece no livro e senti bastante a falta da personagem.
Não percebo o porquê de a autora se ter oposto e adiado tanto a adaptação quando a Disney tornou a história de Mary Poppins muito mais divertida e encantadora.
O que posso dizer? Teremos sempre o filme para nos fazer sonhar...
Sinopse:
Jane e Michael não gostavam da sua antiga ama. Também não tinham a certeza de ir gostar da nova: Mary Poppins. Rapidamente mudaram de ideias quando a viram deslizar pelo corrimão acima - e retirar de seguida várias coisas empolgantes de um saco de alcatifa vazio. Agora a única preocupação deles é que ela não parta, pois Mary Poppins apenas prometeu ficar «até que os ventos mudem».
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